
O ato de montar a cavalo, desde o início da história da humanidade, se apresenta com um sentido educativo, pedagógico, terapêutico e recreativo, favorecendo assim, física e psicologicamente, seus cavaleiros. Desde antes da era cristã, o homem já estava ciente dos benefícios obtidos através da equitação, ou seja, do uso do cavalo, feito de maneira empírica, onde demonstrava seu valor e, com isso, despertava seu valor e força aos médicos da época.
A termo Equoterapia foi criado pela ANDE BRASIL, caracterizando todas as práticas que utilizem o cavalo com técnicas e atividades eqüestres, objetivando a reabilitação e/ou educação de pessoas portadoras de deficiência ou de necessidades especiais.
O cavalo, quando utilizado como instrumento terapêutico obtém resultados dificilmente alcançados por outros tratamentos, pois age simultaneamente no sistema orgânico e psicológico, além de beneficiar o comportamento social.
Algumas características do cavalo e a sua utilização na Equoterapia:
O Conselho Federal de Medicina reconheceu os benefícios da equoterapia, através do parecer 06/97, em Sessão Plenária de 09 de abril de 1997.




